domingo, 1 de fevereiro de 2009

Compulsão


Compulsivo momento de distração, acendo mais um cigarro depois do outro que acabei de apagar. Busco na memória um fato que me faça esquecer que vc um dia fez parte da minha vida. Longe... lá fora... brilha um sol de deserto enquanto em meu peito queima a sensação de estar só. Lindo prazer que um dia me tomou de asalto, me fez desejar o que eu não posso ter. Cubro a cabeça na intenção de parar meu pensamentos, mas como simplesmente evitar uma sinapse que vem do meu coração se a cada batida ele repete: eu-amo-vc? Então acendo outro cigarro e compulsivamente me distraio.

8 comentários:

Ana disse...

Quanto tempo não venho aqui!
Saudades...

Parabéns Renato, escreve linda e perfeitamente...
Lindo o poema...

Beijos

Renato disse...

OI Ana!

Que bom que ver vc aqui mais uma vez, tava com saudades!!!

Muito obrigado pelo elogio!!
Fiquei muito feliz!

Bjos!!

Gê Gaia disse...

Olá amigo e poeta Renato!
Como sempre esta paixão avassaladora arrebentando nos poemas!!!
Parabéns!
Bjim no coraçãozinho.

Tárcio disse...

perguntas compulsivas... batimentos cardíacos também o são!
saudade.

Renato disse...

A Gê fazer o que né... a paixão quando nos toma é sempre avassaladora. rsrsrsrsrsr
Um bjão para vc!
Obrigado por vir me visitar!

Renato disse...

Oi Tárcio!
Já nem sei mais quem é o culpado de tanta compulsão.
Saudades tbm!
Um abço!

litafigueiredo disse...

Cara! como vc está escrevendo bem!
Estou devorando seus escritos!!!
Beijos!

Renato disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ai Lita só vc mesmo..... eu tô anestesiado aqui com tamanhos elogios. Sabe que para mim é um prazer ter vc aqui, não imagina o quanto isso significa para mim...
Um bjão para vc!